A Rosa do inverno
A rosa do inverno foi o primeiro livro da Meg Cabot que li – neste tempo ela assinava seus romances como Patricia Cabot
Tenho a lembrança de um dia ter entrado na livraria e ter pego aleatoriamente este livro nas mãos, li a sinopse e me interessei. Não, eu não o comprei, mas guardei seu nome no rascunho de mensagens do meu celular; no final acabei ganhando de um amigo.
Não demorei em ir lê-lo, isso literalmente, em dois dias eu devorei o livro. Passei a madrugada lendo e sendo envolvida pela historia maravilhosa do livro.
A história do livro se remete a Edward, um personagem libertino que não quer ter responsabilidades, e para não ter que assumir o título do pai e ser um duque vai à procura do sobrinho, o filho de seu falecido irmão, o pequeno Jeremy.
Jeremy por sua vez é um menino terrível, muito bagunceiro, e gosta de se meter em encrencas, mas respeita veementemente sua tia Pegeen.
Os dois vivem da caridade do vigário, porém, mesmo assim quando um dos administradores da propriedade Rawlings chega com a proposta de levar o pequeno para a mansão em Yorkshire; assumir o título de duque, ela se recusa, pois acredita que o sobrinho ficará mimado e arrogante como os outros membros da nobreza (isso é tudo que ela não deseja para ele)
Edward se vê obrigado a viajar para Escócia – que é onde se encontra o sobrinho e a tia – , acaba tendo uma grande surpresa quando descobre que a tia do garoto não é como ele imaginava: uma velha carrancuda, porém, uma jovem linda que acaba mexendo com seus sentimentos.
De primeiro instante um clima muito forte acontece entre os dois, mas o caso passageiro não dá em nada, pois Pegeen é uma mulher difícil e opiniosa. Em fim, depois de muito insistir, Edward consegue convencê-la a ir morar no solar Rawlings com o sobrinho, tendo a proposta de dar a ele uma boa educação.
Pegeen passa poucas e boas na viajem, sofre um acidente de carruagem, mas é levada por Edward para o solar e lá é cuidada por um medico e pela governanta.
No decorrer da historia Pegeen vai conhecendo os amigos de Edward; impressiona todos com sua simpatia e cada vez mais vai entrando no coração do belo rapaz que se apaixonada arduamente pela moça.
Há romance, segredo e bom humor um tempero perfeito para um bom livro.
Como eu já havia dito a história é envolvente, os segredos, um pouco óbvios, mas o decorrer dos acontecimentos te prendem, vale a pena ler, eu já li duas vezes. ;)
Retrato do meu coração
Quando li a rosa do inverno, não fazia ideia de que havia outro livro na sequencia. Como estava apaixonada pela escrita da autora, fiz uma pesquisa e nessa pesquisa descobri: retrato do meu coração, a saga da família Rawlings, claro que eu fiquei louca procurando esse livro. Lembro que sai do trabalho no sábado e fiz meu namorado ir a várias bibliotecas para achar, mas não consegui, ele só tinha por encomenda.
No entanto, eu estava ansiosa e não queria encomendar, precisava lê-lo logo, esperar sete dias seria torturante, então no outro dia, novamente arrastei meu namorado para a única biblioteca onde ainda não havíamos ido e encontrei. O comprei e junto aproveitei para comprar:pode beijar a noiva.
Agora a História é com Jeremy e Meg Hebert, sua companheira de infância. Nessa fase os dois estão crescidos, Jeremy, como sempre, se mete em uma grande encrenca e é expulso de várias instituições, inclusivo da universidade de Oxford.
Edward já de cabelos brancos – em parte culpa da câmara dos lordes e, em parte culpa de Jeremy – o leva de volta ao solar onde Meg se prepara para lhe dar uma bela de uma recepção.
A recepção inesperada faz com que ambos percebam o quanto estão grandes; Meg então começa a notar o quão seu amigo de infância está mudado, assim como ele começa a olhá-la de maneira diferente.
Depois de tentar conquistá-la, Jeremy, sem sucesso com o pedido de casamento que faz a ela, vai para a guerra. Meg por sua vez, viaja para a França estudar arte, já que ama pintar quadros.
Ambos ficam separados por algum tempo, mas assim que Jeremy descobre que sua amada está noiva, volta para tentar reconquistá-la. Começa então o romance, Meg confusa sobre os sentimentos de Jeremy e temerosa com a vida que levaria com ele, e, ele tentando de todas as formas fazê-la sua esposa.
Para quem conhece o estilo de Meg, não é difícil imaginar como a historia decorre. Este é um livro tão maravilhoso quanto a rosa do inverno, com certeza vale a pena lê-lo também.
Pode beijar a noiva
Pode beijar a noiva é a uma historia que inicialmente se passa na Inglaterra. Uma moça chamada Emma Van Court apaixona-se por Stuart um homem cheio de virtudes. Ambos se casam e vão morar na Escócia, após esta decisão, ela e o companheiro são rejeitados pela família.
No entanto a moça logo fica viúva – por conta do tifo que se espalha pela ilha – rapidamente assim que o primo do falecido, o conde de Denham, toma conhecimento de seu falecimento, ele vai às ilhas para enterra-lo. Ao chegar à mesma e se deparar com Emma, ele descobre que ainda cultiva um grande sentimento por ela.
Emma Van Court é muito disputada na ilha, pelo fato, de ter ser herdeira de uma quantia generosa na qual ela só poderá dispor se casar-se novamente. O conde de Denham, James, tem de controlar, tanto os ciúmes como os próprios sentimentos. No decorrer da história ela e o conde têm de lhe dar com um barão falido, que acha que sua namorada fugiu com um de seus empregados, o mesmo consegue meter a pobre em muitos apuros - sorte a dela ter o conde para salvá-la.
Não é um dos meus livros preferidos da Meg, mas é uma boa historia e vale a pena lê-lo.
A dama da ilha
A dama da ilha conta a historia sobre Reilly Stanton, o Marquês de Stillworth, que é abandonado pela noiva e para provar a ela que ele não é um bêbado, o mesmo viaja para Escócia com o objetivo de montar um consultório e tratar os pescadores que foram contaminados pelo tifo. Tudo parecia certo, ele apenas não contava que teria que lhe dar com Brenna Donnegal, uma cientista com fortes opiniões.
Logo de cara Reilly Stanton, conhece Lorde Glendenning, que é apaixonado pela moça, e para obrigá-la a se casar com ele, pede ao homem – que ele mesmo contratou por meio de um anuncio colocado no the times – para atestá-la de insanidade, no entanto, assim que Reilly descobre que a moça é Brenna, percebe que apesar de difícil; é inteiramente normal, ou pelo menos parece ser.
No começo Reilly passa bons bocados pelo fato de ser novo na ilha e ser inglês, nenhum dos pescadores põem suas confianças no estranho. Conforme o tempo vai passando Reilly conquista o respeito médico de Brenna e dos outros pescadores.
Como é de se esperar há muitas brigas – principalmente por parte dela. O romance é bem gradual, leva-se um tempo para que ambos se apaixonem, mas essa forma de graduação de sentimentos leva o leitor a ficar preso, ansioso pela hora em que os dois finalmente vão ficar juntos.
A história é cheio confusões, e descobertas, é realmente muito boa. Outro livro de Meg que vale a pena ler. ;)

Liberte Meu Coração
Liberte meu coração
Livro escrito por “Mia Thermopolis” com a ajuda de Meg Cabot.
Finnula Crais é a caçula de seis irmãos, e um irmão na Inglaterra de 1291. A bela é bem diferente das moças da época que só pensam em se casar, e constituir famílias, usar belos vestidos e fofocar. Não, Finnula não consegue ser como elas, passa os dias caçando e ao contrário das moças comportadas, se vê muito melhor usando calças e com um arco na mão.
A moça tanto faz que, é considerada a que tem a melhor mira do condado de Shropshire. No entanto, isso só a ocasiona problemas, e o pobre xerife, De Brissac, é sempre levado a averiguar porque os animais das propriedades andam desaparecendo.
Porém seus problemas não começam ai. A pobre moça, ou melhor, a rebelde moça fora casada com o conde de Stephensgate e no mesmo dia, logo depois do matrimonio ser realizado, o homem cai duro e morre. Fin se torna a primeira suspeita, mas sem provas De Brissac a deixa em liberdade.
Com a morte do homem a propriedade fica para os insuportáveis Laroches. Reginald e Isabela Laroche (pai e filha). Claramente eles são os vilões; duas pessoas mesquinhas que só pensam em si mesmas e nem um pouco nas pessoas do condado: aumentam seus impostos e deixam os vassalos em péssimas condições de trabalhos, nada muito diferente do antecessor que já não era lá essas coisas.
Mas as coisas não param por ai. Enquanto o irmão Robert comemora seu noivado com a filha do prefeito, a bela Rosamund, Mellana está chorando na cozinha, por quê? Fin se arrepende amargamente pela curiosidade de querer saber o motivo. A desajuizada da irmã está grávida e para piorar: grávida de um trovador.
Com pena da irmã, Finnula se oferece para ajudá-la de alguma maneira, o que também lhe causa grande arrependimento, pois a irmã doce e gentil pede a ela que sequestre algum nobre e peça o resgate, alegando que com o dinheiro ela e o trovador poderão viver juntos.
O estrago estava feito, Finnula concordara com a barganha.
Enquanto isso, um homem muito bonito e bem alinhado, ou melhor, um homem muito estranho, com uma barba enorme, chega a Shropshire, vindo das cruzadas. Ele e seu escudeiro Peter vão a caminho de Stephensgate, ele para assumir o seu título de conde no lugar do pai e Peter para ser seu aprendiz.
O homem é muito rico e é claro, Finnula não perde tempo. Ele é o alvo perfeito e Fin com sua habilidade e pontaria acaba conseguindo pegá-lo. Não é preciso dizer que o homem logo se encanta pelos cabelos de fogo, embaraçados e a pele de marfim de Finnula. O homem se sente honrado e acaba se deixando ser sequestrado.
Com medo de se apresentar como conde e de repente fazer a moça desistir de levá-lo como prisioneiro, já que ele ama a ideia de passar um tempo com a jovem e hot Finnula, se apresenta como Sir Hug Fitizstephen, como se fosse apenas um cavalheiro comum.
E por ai a história se desenrola, Finnula com seu jeito rebelde e Hugo com seu jeito provocador que consegue tirar a moça do sério, e ao mesmo tempo consegue deixá-la encantada.
É uma história cheia de humor; quem ler vai gostar muito, tenho certeza. Eu amei apesar de achar que este não é um dos melhores livros da Meg, entretanto, é muito divertido e também vale a pena.
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